Sobre este Site
"Eu não procuro saber as respostas; procuro compreender as perguntas." - Confúcio (551-479 a.C)
Plantando Consciência é um nome que contém uma série de referências acerca da nossa proposta. A começar pelo verbo "plantar", que diz respeito não somente à natureza, mas também representa um método de se obter resultados que demanda tempo, cuidado e paciência.
Ao contrário de "promover", "ensinar", "induzir", "difundir" e "provocar", entre tantos outros que imbutem uma lógica unidirecional, o ato de plantar, na natureza, só colhe resultados se o terreno estiver fértil. A mesma relação se aplica à questão da consciência humana.
A palavra "consciência", por sinal, ao ser agregada com o gerúndio do verbo "plantar" forma um anagrama deveras interessante. Verbalmente, o termo pode ser entendido como "Plantando Consciência" ou "Plantando com Ciência", que diz muito a respeito do método que acreditamos ser o mais eficiente para a interpretação dos dados disponibilizados aqui.
Isto posto, queremos deixar claro que nós não endossamos todo o conteúdo dos filmes que oferecemos, mas achamos que, por se tratarem de idéias férteis e questionamentos bem fundamentados, todos merecem igual atenção, para que possam contribuir com o debate e estimular a reflexão sobre uma série de questões que ganham cada vez mais importância no presente, e que terão impacto inegável no futuro.
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O cérebro humano
é um portal de infinitas possibilidades. Mas pouca gente entende
como ele funciona e o que isso tem a ver com a maneira como levamos
nossas vidas. Percebendo este buraco na consciência global, o engenheiro
da computação e neurocientista Jeff Hawkins - criador da Palm -
concluiu que faltava uma teoria acessível e abrangente que explicasse
o funcionamento do cérebro e iluminasse a questão da inteligência
e sua função em nossas vidas.
Teoria da Conspiração
é a nova heresia. O termo é hoje um recurso para se desmoralizar
uma idéia e desestimular a reflexão, e virou o argumento irrefutável
do pensamento dominante para manter o status quo intacto
e ridicularizar aqueles que estão - muitas vezes - buscando mostrar
apenas o óbvio.
Difícil encontrar alguém
que diga não acreditar em Deus, nem que seu deus seja uma energia
vital de alguma sorte. A vida sem a espirirualidade parece opaca
e limitada. No entanto, não existe poder de controle mais perigoso
do que a religião organizada. Católica, evangélica, muçulmana, judaica,
hindu... não importa qual, mas um conjunto de julgamentos humanos
tomados como palavras divinas sempre causaram mais violência e sofrimento
do que redenção e amor.
Cada vez mais,
a noção de espiritualidade se afasta do emaranhado religioso e adquire
seu próprio lugar na consciência humana. O resgate de experiências
com plantas psicotrópicas e a popularização de tradições milenares
como a yoga e a meditação criaram uma nova geração de psiconautas
com muito a contribuir para o caldeirão de possibilidades da modernidade.
O conceito do planeta
Terra como nossa casa é um grande equívoco. Aos poucos, estamos
(re)adquirindo a consciência de que somos apenas uma dentre as milhares
de espécies vivas que o habitam. Mas há mais por trás das árvores:
estudos científicos à luz das novas tecnologias reaqueceram uma
tese de mais 30 anos que enxerga o planeta como um grande organismo
vivo que pode estar, inclusive, em crescimento.
Tensão entre Índia
e Paquistão, o interminável conflito entre Israel e palestinos e
as políticas anti-imigração no mundo desenvolvido não desmentem:
desde que o 11 de Setembro arraigou uma cultura global de medo e
terror, esta tendência segregacionista e fomentadora de ódio tornou-se
a principal barreira na transição da cultura militarista do século
XX para uma geração cuja sobrevivência resvala em outros inimigos
mais urgentes e menos caricaturais: nós mesmos.
Com a consolidação
do capitalismo neoliberal e o anunciado “Fim da História” no final
do século passado, pensar em outras maneiras de se organizar a sociedade
tornou-se obsoleto. O comunismo - o ideal de contrapartida até então
- virou peça de museu. Mas a recente crise financeira mundial começou
a derrubar os alicerces de um castelo de cartas, colocando em pauta,
pela primeira vez em décadas, a fragilidade e insustentabilidade
de um modelo auto-destrutivo a longo prazo. 